Calçados sempre na entrada, você sabe o porquê? O hábito japonês que ajudou a desacelerar o COVID-19!

É bem verdade que a cultura e filosofia oriental são vistas, aqui no Ocidente, como ricas em sabedoria. Para muitos, alguns costumes são vistos com olhares curiosos, em parte pela grande disparidade com relação às nossas práticas.

Muitos de seus costumes estão carregados de valores e são fundamentados em sabedorias que vêm do conhecimento milenar desse povo. Um grande exemplo disso são os japoneses, carregados de costumes e educação admiráveis.

Alguns desses hábitos têm relevância inclusive no momento em que estamos vivendo, com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

O impacto no Japão tem se mostrado mais controlado que em diversos outros países. Apesar de ser um dos primeiros países atingidos pelo vírus, o Japão mostra resultados melhores que países como a Itália. 

As pessoas começam a se questionar o que estão fazendo de errado

“Eu não consigo entender... Segui a quarentena e todas as recomendações da OMS e das agências de saúde, e mesmo assim minha família foi atingida pelo vírus.”

“Eu sou muito rigorosa em casa, quando saio, lavo as mãos, tomo banho, higienizo o que comprei... Não faz sentido minha mãe ter contraído a doença!”

“Minha nona mora sozinha e nós que estávamos fazendo compras para ela. Sempre tomamos todos os cuidados, mas mesmo assim ela ficou doente. Estamos arrasados...”

Os questionamentos fazem sentido. Por que apesar de lavar as mãos, higienizar os objetos e manter a distância social, as pessoas continuavam se infectando? 

E, olhando para o Japão, foi que se descobriu um possível culpado... Mas também uma possível solução! 

Embora os cuidados sejam tomados de forma responsável, as pessoas se esqueciam de seus calçados ao entrar em casa. Assim, levavam o vírus que vinha da rua para dentro de suas casas.

O vírus pode permanecer por um longo período, ainda não conhecido, em superfícies. E é aqui que mora o problema. Pisar na calçada, na rua, no mercadinho, na farmácia, no hospital... Tudo isso pode te fazer levar o vírus para dentro de casa.

No Japão, existe um costume milenar de deixar os calçados na entrada da casa, por duas questões principais: espiritual e higiene.  

Por que tirar os sapatos?

No campo espiritual, os japoneses acreditam que, deixando os calçados na entrada da casa, energias impuras de fora não serão trazidas para o interior da casa.

Assim, a harmonia do ambiente é mantida. Esse costume é visto não só nas casas, mas também em templos e escolas.

O segundo fator é a própria higiene.

Deixar os calçados na entrada protege a casa da contaminação da rua. Este hábito pode reduzir em até 85% a quantidade de vírus, bactérias, toxinas e sujeiras que entram em nossas casas todos os dias.

Para se ter uma ideia, uma simples caminhada pode fazer com que 96% dos calçados entrem em contato com vírus e germes prejudiciais à nossa saúde! 

Um simples ato que pode salvar vidas

Além das questões básicas de higiene de lavar as mãos sempre que possível, ou passar o álcool em gel, deixar os sapatos na entrada da casa também se tornou um papel fundamental na luta contra o coronavírus.

Pensando nisso, e também em um modo de manter a organização, foi desenvolvido o Porta-Calçados Organizzer. Com suporte autoadesivo e possível de colocar em qualquer superfície lisa, ele se adapta a todos os tipos de calçados, além de ser compacto.  

Sua casa livre de vírus!

Algumas pessoas já adquiriram o Organizzer e os relatos são muito positivos.

“Eu conhecia o costume japonês porque pratico artes marciais há anos, mas nunca tinha colocado em prática. Com todo esse problema da pandemia eu resolvi adotar de vez o costume! Agora eu nem preciso varrer a casa como antes, além de me sentir bem mais seguro quando tenho que sair e voltar pra casa! Calçado da rua andando em casa nunca mais!!” – Victor Oliveira

Victor faz parte dos 92% que experimentaram e aprovaram a eficácia do Porta-Calçados Organizzer. Se você também está lutando contra a pandemia, compartilhe essa história, isso pode salvar muitas vidas. 

Sim, eu quero me proteger melhor!